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terça-feira, janeiro 27, 2004

Casal da Burra entra na corrida espacial

A aldeia de Casal da Burra prepara-se para entrar na corrida espacial, participando
na exploração da Lua e Marte, anunciada esta semana pelo presidente americano George
W. Bucha.

"Para construir a base lunar convidei vários empreiteiros de Casal da Burra ... pelo
que me dizem, eles estão habituados a praticar preços astronómicos", revelou o
presidente Bucha.

Diogo Faz Greves, dono da construtora SóMagro, explicou que vai ser mais fácil
trabalhar na Lua do que na Terra: "O SEF não nos vai chatear porque, em vez de
ucranianos, vamos usar mão-de-obra marciana. Além disso, os fiscais do IDICT não
podem ir lá fiscalizar as condições de segurança porque dificilmente conseguiriam
arranjar um lugar no vaivém ... e também não vai ser preciso grande fiscalização
porque a falta de gravidade vai reduzir para zero o número de mortos em quedas de
andaimes".

Aliás, as últimas investigações científicas revelam que mão-de-obra barata é coisa
que não falta na Lua. "A nossa pesquisa revelou uma conclusão surpreendente: o lado
negro da Lua não existe! Ao que parece, a área escura é afinal um bairro social onde
está instalada a comunidade africana", defendeu, em conferência de imprensa, o
astrónomo Mínimo Rodrigues.

Quem também já assegurou a participação no projecto Lunar é o sector imobiliário de
Casal da Burra. "As áreas de construção vão ser negociadas por imobiliárias do
Algarve ... já estão habituadas a vender terrenos na Lua", referiu uma fonte da NASA.

O projecto prevê ainda a intervenção de outros países, como é o caso do Japão. Em vez
de enviar para Marte sondas caríssimas, que na maioria das vezes servem apenas de
animação pirotécnica ao entrar na atmosfera, vão passar a ser enviados grupos de
turistas japoneses.

"Estão habituados a ir a todo o lado e passar o tempo a tirar fotos. Aliás, eles
conseguem fotografar tanta coisa ao mesmo tempo que só daqui a 100 anos teremos
tecnologia para construir uma máquina com a mesma capacidade", revelou a NASA em
comunicado.

Quanto ao problema da falta de espaço nos módulos, a China já se comprometeu a
ajudar. "Podemos ensinar umas técnicas de contorcionismo aos japoneses ... é que os
nossos emigrantes têm experiência a viajar durante meses, espremidos dentro de
contentores de roupa ou brinquedos. Em troca da ajuda, só queremos um espaço no
Centro de Marte para instalar um bazar chinês de artigos marcianos de contrafacção",
anunciou o presidente Jiang Zé Mingas.



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