FACTOS- Se não é verdade, azar!!!! <$BlogRSDUrl$>

segunda-feira, janeiro 19, 2004

SÚRBIA?!

E mais uma vez nos deparámos com o inevitável dilema humano.
De que nos serve um mórbido locus calmantis sem a nossa essência maior, que dá pelo nome de súrbia e que se pode encontrar em qualquer santuário já tantas vezes frequentado pela nossa mui-nobre tertúlia, como é a secção de bebidas espirituosas do Feira Nova?
Qual maior o rio? Qual maior a aldeia?
A verdade é que se pelo leito do nosso verdejante Cávado escorresse cerveja, Springfiel seria Barcelos, e o Moe's seria o Círculo Católico.
Mas de que servem as lamentações numa época tão difícil como esta?
Exames...
E é neste estado de embriaguez diurna, provocado pela ausência de substâncias alcoolémicas no bucho, que decidi compor este poema, não ao nível de Vale Ferreira, mas muito lá perto...

Ó Súrbia do tasco alado, quanto do teu malte
Rezo a Deus que não nos falte!
Por ti nos gregamos, quantas mães desmaiaram!
Quantos filhos em coma entraram!

Quantas caricas tivemos que abrir
Para que fosses nossa, ó súrbia!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a jarda não é pequena.

Quem quer beber além dos limites do fígado
Tem que beber pelas sargetas sem pudor.
Deus à súrbia belo destino deu,
Ir parar a um lindo buxo, como o meu.


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